"O primeiro amor é um pouco de loucura e muita curiosidade." (George Bernard Shaw)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Quero blogs

Gente, eu necessito de blogs. Então mandem os seus blogs e os que você mais ama. Brigadinha *--*

Ate a próxima. Bjs bjs 

Capitulo 21

5 de julho.
A partir do dia que entrei aqui, não fico muito tempo acordada, tomo sedativos a todo tempo, eles dizem que é para o meu bem mas acredito que isso seja mentira, não consigo mais falar com Joe, e isso me mata por dentro.
Aproveitando que, a enfermeira esta atrasada hoje, falaria com ele, precisava dizer o que ele tinha que fazer, para que eu...ficasse em paz comigo mesma.
-                           Joe... – disse com a voz rouca – me tire daqui, por favor.
-                           Não pode sair daqui.
-                           Por favor. Eu juro que volto mais tarde mas... Me tire daqui.
Olhou bem para os meus olhos, como se pedisse para que eu ficasse. Mas desistiu logo depois.
-                           Tudo bem Demi. – respondeu suspirando
Ele me pegou no colo e me colocou numa cadeira de rodas, por que não estava mais conseguindo andar direito. Saímos  do quarto sem que os médicos vissem e nós  nos escondíamos a cada enfermeira que passava. Ele estava me levando pra onde eu mais queria ir. Para o nosso lugar.
-                           Pronto anjo.
-                           Obrigada – respondi sussurrando.
-                           Não acredito que me fez fazer isso.
-                           Não vai demorar. Eu prometo.
Ficamos um tempo ali, debaixo daquelas árvores com nós dois abraçados. Uma cena linda se fosse um filme, ou um daqueles livros que eu sempre lia.
-                           Quero que volte pro amor da sua vida.- disse depois de um tempo.
-                           Como é?
-                           Isso mesmo que escutou. Estou prestes a morrer. Não vou ficar te impedindo.
-                           Não esta impedindo nada. E eu não vou te deixar.
-                           Vai ter que me deixar do mesmo jeito Joe.
-                           Não vou fazer o que esta pedindo.
-                           Você a ama. E eu te atrapalhei a ser feliz. Agora vá Joe. Eu vou ficar bem.
-                           Já disse que não vou te deixar. Nem que me peça isso mil vezes.
-                           Você é muito teimoso.
-                           Que bom que sabe – respondeu ainda nervoso.
-                           Mesmo assim. Promete pra mim que vai voltar com ela e ser feliz depois que eu morrer.
-                           Não vou prometer isso. Por que você vai melhorar.
-                           Eu não vou. Não vou melhorar aceite isso. Se eu aceitei por que pra você tão difícil?
-                           Conversamos isso depois.
-                           Quero que faça uma coisa para mim.
-                           O que? – perguntou com um pouco de medo.
-                           Eu fiz algumas cartas, e queria que as entregasse para mim. Mas, só vão poder ler isso depois... Depois que, eu for embora – disse chorando.
-                           Como assim Demi? Acha mesmo que vai morrer?
-                           Cale a boca. Não quero discutir com você. Só quero que faça o que eu pedi.
-                           Tudo bem.
-                           Muito bem. São só umas... Coisas que eu queria que vocês soubessem e não tenho coragem de falar, e também não vai dar tempo. Entregue-as para mim. E eu espero que lembre de mim com isso. – chorava muito agora. Não acreditava que isso estava acontecendo comigo.
-                           Eu sempre vou lembrar de você Demi, e não preciso de coisas materiais para isso – ele chorava junto comigo.
-                           Não chora. Por favor não chora. – disse limpando suas lagrimas.
Ele simplesmente me abraçou, me abraçou e ficamos assim, confortando um ao outro, tudo ficaria bem.

16:00
Estávamos deitados na grama fofinha que havia naquele lugar lindo. No nosso lugar. Já sentia que estava próximo, não sei como mas sentia. Eu estava morrendo, com o homem que eu amava do meu lado. Mesmo que ele não me amasse... Era ele. Ele era o motivo  para que eu ainda estivesse forte. Apenas por ele. Nunca pensei que morrer fosse assim, tão tranquilo, tão suave... Havia chegado minha hora.
-                           Joe... eu te amo. – suspirei antes de não ver mais nada. Apenas o branco e as lindas flores que existiam a minha frente.
...

-                           Eu também te amo Demi. – respondeu a ela, antes de perceber que estava Gélida e muito pálida.
-                    Demi? Demi, fale comigo, não faça uma coisa dessas com a gente. Por favor... –suplicou.- não morre meu amor.- disse se abraçando o corpo da mulher a sua frente sem vida.
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ta ai o capitulo. espero que gostem, foi feito pensando em vocês. 3 comentários pro próximo.
 Aillinha- Oi meu amor. que bom que gostou ;) Nem sou tão malvada assim vai. já postei 
 Tay - que bom que está gostando. Já postei
 Caroline - Oi amor. está respondida a sua pergunta nesse capitulo. 
 Tainá - Seja bem-vinda meu anjo. que bom que gostou. vou divulgar já já.
 Flávia - Seja bem-vinda amor, nem acredito que ta me seguindo eu amo seu blog. que honra  *000* muito obrigada. Já postei. vou divulgar já já.
 Bruna - infelizmente não foi um erro medico =/ já postei 

terça-feira, 27 de março de 2012

Capitulo 20

1 de julho.
As coisas continuavam sempre iguais. Eu e Joe pareciamos dois estranhos, dentro de uma casa qualquer. Eu o amava tanto. Por que tinha que ser tudo assim? O destino não preparou nada pra nós dois. Apenas coisas ruins que eu preferia não me lembrar.
Estava me sentindo muito mal todo esse tempo, e o medico achou melhor que eu ficasse internada, ate... Eu morrer o que não demoraria muito para acontecer.

13:35
Já estava deitada naquela maldita cama de hospital, com aqueles aparelhos todos grudados em mim, a ideia de morrer parecia muito ruim... Ainda mais quando você sabe que o seu fim esta mais proximo do que imagina. Joe, permanecia calado, ao meu lado de cabeça baixa, com certeza pedindo para que eu morresse logo, eu pararia de atrapalhar a sua vida. Chorava em silencio. Eu não queria aquilo, não queria ter que... Partir.
Minha mãe chegaria no outro dia. Prometeu que ficaria ao meu lado ate o fim, ate o fim da minha vida.

19:00
Já havia anoitecido, e as coisas não haviam mudado, a enfermeira entrava de vez enquando pra verificar se estava tudo bem. Dormi um pouco a tarde com a ajuda de sedativos. Eu não estava a par do que estava acontecendo, mas vi em cada uma das pessoas que entravam e saiam do meu quarto o olhar preocupado. Eu tinha que falar algo para Joe, antes que o pior acontecesse e eu não pudesse dizer o que eu tinha que dizer, eu tinha que pedir desculpas a ele.
-                           Joe... – falei baixo quebrando o silencio.
-                           Diz. – respondeu aproximando- se da maca em que estava deitada.
-                           Me desculpe...
-                           Não fez nada Demi.- falou as pressas me interrompendo.
-                           Cale a boca e ouça.- respirei fundo e continuei- me desculpe por ser um peso para você. Me desculpe por atrapalhar toda a sua vida. Me desculpe por fazer você deixar de ser feliz.
-                           Você não é um peso para mim sophie. E muito pelo contrario você me fez muito feliz
-                           Quero que faça uma coisa. Por mim.
-                           Fala.
-                           Eu quero que...
-                           Senhorita? - disse a enfermeira entrando de repente-  precisa dormir. O medico mandou te dar sedativos.
-                           Outra vez?
-                           È para o seu bem.
-                           Tudo bem.
E depois disso não encherguei mais nada, nada alem do rosto dele em mais um dos meus sonhos.
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bem ta ai o capitulo. espero que gostem. sinto informar mas só faltam mais uns 3 ou 4 capítulos. bom vou tentar mais uma vez um acordo com vocês. 4 comentários pro próximo feito? Eu sei que vão conseguir. 
Aillinha- que bom que gostou amor. Muito obrigada. Já postei. Love you too 
Bruna- Oi meu anjo. Vai ter que ler pra descobrir. Já postei


domingo, 25 de março de 2012

Capitulo 19

6 de junho.
Em todo esse tempo. Eu e Joe, estavamos juntos, e morando na mesma casa. Ele me ajuda com os tratamentos, e me faz muito bem. Mas eu sei que ele não me ama, sei que Ashley não sai de sua cabeça, e sei tambem que ele nunca iria me amar de verdade. Ate agora só nos beijamos  daquelas últimas vezes, e foi por puro acaso, não quero ficar forçando ele a nada. Tudo que ele sente por mim é pena. Pena de que eu morra sozinha e sem ninguem do lado. Mas a quem vamos enganar? Eu vou morrer sozinha do mesmo jeito. Ele não vai estar comigo. Não com a alma.
Acabara de acordar e como todos os dias me sentia mais fraca do que no dia anterior. Joe já estava sentado na cama, com as mãos no rosto e pelo que percebi chorando. Com certeza pela Ashley. Quem sou eu para tira-lo dela? Eu sou um monstro, só estrago a vida das pessoas, eu sou um peso que todos carregam. Levantei como se não tivesse visto nada e dei bom dia a ele, indo em direção ao banheiro, tomei um bom banho de banheira, já que não aguentava ficar de pé por um longo tempo, e ali mesmo chorei, por tudo e todos, olhe como minha vida ficou.
Voltei ao quarto de roupão e procurei uma roupa confortavel para ir ao hospital, como faço todos os dias
Só não acho que hoje seria um dia muito bom para mim, quando menos esperei, o mundo todo já girava sem parar e eu não conseguia distinguir mais onde eu estava. Apenas vi tudo escurecer ao mesmo tempo, e eu me sentir extremamente leve.

14:30
Acordei calmamente, assustada e olhando para todos os lados, tentando descobrir onde eu estava.
-                           Demi. – ouvi a doz doce dele me chamando.
-                           Joe? O que houve?
-                           Você desmaiou anjo. Calma, o medico já vem falar com a gente.
-                           Aconteceu...alguma coisa...gra...grave? – perguntei gaguejando
-                           Não sei meu amor, eu não sei.
-                   Senhorita Lovato. Eu poderia dizer que é bom reve-la. Mas isso não é uma verdade. – disse preocupado. – sinto lhe informar, mas... Não há mais formas de curar-mos sua leucemia. Descobri-mos ela muito tarde. E eu já sabia que isso poderia vir a acontecer.
-                           Eu vou morrer? É isso? – disse já chorando.
-                           Sinto muito Demi.
A minha vida tinha acabado, literalmente. Em poucos meses eu morreria, e ninguem podia evitar isso. Joe ficou ao meu lado por todo o tempo que eu tive que ficar no hospital tomando o soro.  Saimos de lá e ele me levou para casa. Onde eu avisei a todos da minha familia, e as minhas melhores amigas que choraram comigo via telefone.


10 de junho.
Eu e Joe nem nos falavamos direito. Talvez ele tivesse esperando que eu morresse logo pra voltar com Ashley. Quando era criança, sonhava com o meu principe encantado, estando sempre ao meu lado, e quando chegasse a hora, me casaria, teria filhos e viveria feliz para sempre... Os meus sonhos acabaram quando percebi, que nenhum garoto nunca olhou pra mim como alguem pra namorar, alguem pra ficar junto como nos meus doces sonhos de adolescente. Eu parei de acreditar no amor, quero dizer... O amor entre um casal, Mas quando conheci Joe Toda aquela ideia, desceu pelo ralo e me fez acreditar que toda aquela historia da cinderela era mesmo verdadeira.
Miley e Selena se encontravam agora em meu apartamento, todas em silencio, todas aflitas, todas com medo do que pudesse acontecer no futuro.
-                           Desculpe Demi. – pediu my, quando começara a chorar
-                           Pelo o que? – respondi começando a chorar tambem.
-                           Por ser uma pessima amiga e ter deixado isso acontecer. Eu sei que sempre fui muito chata, e que fiz da sua vida um desastre com meu mal humor. Então me desculpe.
-                           Não tem que pedir desculpas. Você foi uma das melhores pessoas na minha vida. Quem tem que pedir desculpas sou eu.
-                           Gente... Pare, não vamos ficar assim não é? Por favor. Vamos aproveitar,os ultimos...
-                           Tudo bem Sel esta certa. Vamos aproveitar. – disse tentando sorrir
Nada adiantou, nós tres continuamos chorando.
Depois de um tempo, assistimos uns filmes como sempre e comemos algo. Elas voltariam para casa e eu ficaria sozinha, ate Joe chegar e ir dormir.
Estava sendo assim, desde o dia em que... Em que descobri que iria morrer.

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ta ai mais um capitulo. eu chorei escrevendo esse e os próximos capítulos. ainda mais com a música inspiradora dessa historia. ( cada historia eu tenho uma.)
espero que gostem. e Sejam bem-vindas as duas novas seguidoras 
Aillinha - Oi amor. que bom que gostou. espero que continue bom pra você ate o fim da historia. eu já escolhi a historia e vou postar a tag já já. já postei
Bruna- Oi flor do meu dia. que bom que gostou e digo a mesma coisa que disse pra Aillinha  
espero que cont. gostando ate o final. Não sabe como os comentários de vocês me agrada. já postei
baby_monster Oi amor, seja bem- vinda e que bom que gostou da fic. já estou te seguindo


sexta-feira, 23 de março de 2012

Capitulo 18

12 de março 
Eu andava cada vez mais fraca. Os tratamentos ajudavam, mas me cansavam, e muito. Todo o meu tempo livre, fora do hospital ou do trabalho, pensava em Joe, e em suas palavras no outro dia. Estava confusa e não sabia se era só uma brincadeira, não sabia se Ashley tinha terminado com ele, e ficaria comigo só pra fazer ciumes nela, ou se ele queria esquecer ela de algum modo, mesmo assim eu seria usada.
Acabara de sair do hospital, mais um dia cansativo de tratamentos e mais tratamentos. Miley, que estava comigo no dia, disse para ir saindo do hospital enquanto comprava alguma coisa para a gente comer, já que nós duas estávamos famintas. Esbarrei em alguem e xinguei mentalmente o destino por colocar ele outra vez em meu caminho.
-                           Oi Demi.
-                           Oi.
-                           Estava... Saindo do hospital? – perguntou curioso.
-                           Quem? Eu? Por que estaria?
-                           Tem certeza? Por que Miley esta saindo de lá gritando seu nome.
-                           Coincidência – disse rindo sem humor.
-                           Ainda bem que eu achei você Demi. – disse recuperando o folego- não achei que viria tão rápido. Ainda bem que não esta tão fraca não é? Ah eu trouxe algumas coisinhas pra você comer sabe que... – ela não parava de falar
-                         My, My ... Miley – disse tentando chamar sua atenção. E a interrompendo
-                           O que foi De...ah oi Joe – disse quando percebeu que ele estava ali.
-                           Não disse que não estava com ela?
-                           Ele não...
-                           Não.- disse rapidamente, antes que ela terminasse a frase.
-                           Eu não o que?
-                           É a Demi quem tem que contar. Vou deixar vocês conversarem. Tchau Demi, a gente se fala mais tarde.
-                           Tchau Miley – disse num sussurro.
-                           O que precisa me contar? Pode confiar em mim.
-                           Eu confio em você... Só não...
-                           Vem comigo.  – disse me interrompendo e me levando pra longe do hospital.
-                           Onde vamos?
-                           Vamos logo – falou ignorando totalmente minha pergunta.
Eu devia saber. Fomos para a cerejeira. Na qual ficava bem perto do hospital. Era o nosso lugar. O locar que ficaria a nossa marca, para sempre.
-                           Por que me troxe aqui? – disse o olhando agoniada.
-                           Precisamos conversar, e aqui é um bom lugar, mais silencioso.
-                           Não é importante.
-                           Tudo que te envolve é importante.
-                           Obrigada. Por ser alguem tão especial na minha vida.
-                           Não tem que me agradecer.o anjo aqui é você, lembra?
Sorri em resposta, e caminhei em direção a árvore em que tinha nossos nomes gravados.
-                           Foi um dia divertido – pude perceber, o quão perto ele estava.
-                           Foi sim. Um dia muito divertido. – repondi concordando.
-                           Nunca vou me esquecer desse dia. Mas se você acha que vou esquecer do por que você saiu daquele hospital
-                           Como se eu não conhecesse você.
-                           Então... Vai me contar?
Repirei fundo, essa seria a hora de contar tudo a ele, talvez ele não quisesse mais ficar junto comigo, mas... Eu precisava contar. 
-                        Há uns dias atraz... Eu passei muito mal, quer dizer eu já passava mal frequentemente de uns tempos pra cá, mas...dessa vez foi muito pior.
-                           E o que aconteceu? Você já esta bem? Por favor diga que sim.
-                           Tenho leucemia.
-                           Diz pra mim que você esta de brincadeira comigo.
-                           Não estou brincando Joe. É a mais pura verdade.
Respirei fundo outra vez, esperando que ele fosse embora, mas foi muito pelo contrario. Ele me abraçou apertado, me confortando.
-                           Vai ficar tudo bem. Você vai ficar bem. Eu não vou te abandonar, vou cuidar de você de agora em diante.
-                           Obrigada. Obrigada Joe.
-                           Não tem que me agradecer anjo.
-                           Eu te amo. – disse sussurrando
-                           Eu sei.
E ficamos assim abraçados. Comigo chorando agarrada a seu peito, enquanto ele me confortava, dizendo que ficaria tudo bem.


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mais um capitulo. Bom gente a historia ta acabando. =/ ainda tem umas coisinhas pra postar e vocês vão entender a historia apenas no penúltimo e último capitulo. 
Aillinha - que bom que gostou amor. Você vai se surpreender ainda. MUAHAHAHAHA tá parei. já postei
Tai- que bom que gostou amor. já postei :)
Bruna - Oiiii flor. tudo bem eu tbm sou lerda. kkkk você chegou ao ponto pra entender a historia daqui pra frente. calma você vai entender. Mas tudo só vai se encaixar no final da historia